sexta-feira, 22 de agosto de 2014


Doce ilusão foi a minha compulsão, quando da sua meiga aparição ao tisnar o meu frágil coração. Amplidão foi a minha comparação. Dulcíssimo prejuízo foi a minha falta de juízo. O que era doce o tempo levou, deixando o acre por paraíso. A culpa foi só minha por ter corrido da rinha, pois, a vida é de luta. Porém, ninguém pode julgar os fatos de uma louca paixão quando se assume o falso prejuízo, porque amar é sofrer no paraíso, mesmo que esse amor seja platônico a dar vida à vida como o mais natural dos tônicos. O tempo passou, mas jamais me abandonou, pois, ele me amou por ser prenúncio de Deus. Na minha memória a sua história escreveu. Dentro de mim você mora como sempre morou. Hoje na minha velhice continuo a viver o sonho real, já que sonhar é viver o sonho ideal.
Na verdade a efêmera vida, não passa de um sonho virtual.

Nenhum comentário:

Postar um comentário